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Guilherme de Faria

Pintor, desenhista, gravador, poeta, prosador, romancista, cordelista, declamador e compositor nascido em São Paulo, em 1942, de família paulistana tradicional, é amplamente conhecido no Brasil. Começou sua carreira artística como desenhista em 1962, e em 1964 realizou com grande sucesso de público e de crítica sua primeira individual de desenhos e pinturas na Galeria São Luiz, em São Paulo. Nesse mesmo ano, foi descoberto também pelo grande marchand italiano Giuseppe Baccaro, que adquiriu um grande lote de suas primeiras obras e as lançou nos prestigiosos leilões de sua Casa dos Leilões, introduzindo-o ainda muito jovem no mercado de arte de São Paulo. Ainda nos anos 1960, Guilherme realiza inúmeras ilustrações em desenho a nanquim para o Suplemento Literário de O Estado de São Paulo, depois doadas por aquele jornal ao acervo do MAM de São Paulo. Nos anos 1970, realizou diversas exposições individuais e retornou de Olinda, onde havia morado por três anos a convite de Giuseppe Baccaro, que lhe forneceu um grande ateliê (depois adquirida pelo cantor e compositor Alceu Valença). Ainda nessa época, seus desenhos foram adquiridos por colecionadores nos famosos leilões da Galeria Collectio, e as suas obras que estavam no acervo daquela galeria foram para coleções de grandes bancos brasileiros, inclusive o Banco Central, onde ainda permanecem e são eventualmente divulgadas. Em 1974, realiza uma grande exposição individual de sua fase denominada Baconiana (influência do pintor inglês Francis Bacon) na Galeria Arte Global, da rede Globo, fase essa iniciada em São Paulo e completada em Olinda. Durante essa exposição, Guilherme de Faria realizou a sua primeira litografia no ateliê Glatt-Ymagos, de São Paulo, técnica a que o artista se dedicaria pelos próximos vinte anos, até 1995, quando encerrou essa fase de grande sucesso artístico e comercial, tendo publicado cerca de 1.000 imagens diversas, sendo a maioria de figuras femininas (que o notabilizaram), sempre desenhadas em pedras da Bavária e com tiragem média de 150 exemplares. A partir de 1995, Guilherme se dedica novamente à pintura a óleo sobre tela, notadamente de paisagens imaginárias, fase essa intitulada Imaginárias Brasileiras. Em 2001, começou a se dedicar à literatura de cordel, imprimindo seus cordéis de quadras rimadas em folhetos ilustrados por ele mesmo, no estilo das xilogravuras primitivas de cordel nordestino. Uma grande retrospectiva dessa fase litográfica intitulada Obra Gráfica foi realizada em setembro de 2010 na Caixa Cultural, em São Paulo. Teve também uma fase específica de Paisagens Imaginárias da Alma (Welt), onde realizou exposições individuais no Espaço Cultural Cristal, em São Paulo, na Pinacoteca Benedito Calixto, em Santos, e na Pinacoteca Municipal de Jundiaí, entre os anos de 2016 e 2017. A partir de março de 2018, Guilherme de Faria deu início a uma inusitada e brilhante fase floral que ele intitula Naturezas Vivas Imaginárias.

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