Iniciou sua carreira como paisagista, fazendo uso das cores das terras mineiras, com destaque para o minério-de-ferro e derivados. Tendo o escultor Amílcar de Castro como um dos professores, foi orientada em composições geométricas que ele já enxergava nas composições paisagísticas. Após cursar na UFMG, começa a carreira com foco na pintura e dá continuidade aos seus estudos e produção, resultando em séries de trabalhos com minerais, pó-de-mármore, papeis diversos, dentre outros. Atualmente tem se dedicado aos estudos de pequenos objetos em madeira descartadas, colocando em prática conhecimentos adquiridos e descobrindo novas possibilidades de estabelecer um diálogo sobre a construtividade tridimensional x bidimensional.